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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Dezembro, vem o Natal :)




Dai que quando VC tem um bebê em casa é que percebe como o tempo passa rápido.
Tarsila fez 2 meses dia 1/11 e 3 meses em 1/12.
No momento ela está com 3 meses e 17 dias.
E pensem num bebê que é uma belezinha.

Aos 2 meses:
Dia 4/11 ela tomou as temidas vacinas de 2 meses e teve reação. Forte até. Chorou de verdade, e eu só não chorei junto de vergonha.
Com 2 meses ela gargalhou pela primeira vez. Começou a tentar levantar o corpo. Faz exercício o tempo todo, já reconhece quem gosta e chama quando quer colo. Com 2 meses me apaixonei.


                      

Aos 3 meses:
Dia 1/12 ela tomou a vacina de 3 meses. Reação nenhuma, só a perna ficou um pouco dolorida, mas nada sério.
Cada dia que passa está mais simpática e sorridente. Ama passear e é uma fofoqueira nata gosto de dizer que puxou o pai, rs. É esperta e inteligente. Fica no carrinho, mas ela gosta mesmo é do bebê conforto. Veio pra nos ensinar cada dia mais a amar. Fomos a praia pela primeira vez e dormiu. Falando em dormir, dorme que é uma beleza. Quase a noite inteira.

                        


Morôni:
Está ansioso pelo natal. Todos os dias fala disso e do Papai Noel. Hj fomos ao shopping pra ele pedir o presente (aproveitamos uma promoção e já compramos) e ele ta todo empolgado. Primeiro natal que ele realmente entende e como ele diz "com a irmãzinha".
E falando em irmã, quando ele pede presente, já pede pros dois. Ele sempre diz que a Tata quer uma boneca.
Ele está muito feliz. Ter uma irmã só fez bem. Fez ele se tornar uma criança mais esperta, mais feliz.

                  

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

E o Morôni, tá com ciúmes?

Desde que engravidei de Tarsila oq eu mais escuto é sobre o provavel ciúme do Morôni.
Então dona Tarsila nasceu e essa pergunta me rodeia. E vim aqui hj falar sobre isso.

Desde a gravidez, Morôni sempre demonstrou um cuidado exagerado com a Tarsila. Sempre queria escutar o coração. Sempre queria estar presente em tudo. Na vdd nós fazíamos questão de fazer tudo isso pra q exatamente ele não tivesse ciúmes.
Tarsila nasceu e "demos" ela pra ele. E por enquanto tem sido tudo bem :)
Morôni é tranquilo. Ele não tem um ciúme exagerado. Ele não gosta é de dividir a bichinha, RS.
Se alguém chega perto dela, ele gruda. Se alguém faz a brincadeira besta de que vai levar ela embora, ele chora.

Mas claro que em alguns momentos ele tem ciúme.
Tarsila mama em livre demanda e Morôni sempre teve colo a hora q quis. Agora as coisas deram uma mudada. As vezes ele quer o colo na hora q Tarsila está mamando.
Ou as vezes Tarsila quer mamar na hora q ele está no colo
Morôni é muito territorialista. Mas no mais eu não estou tendo muitos problemas.
Acho q meu maior problema após a chegada da Tarsila é a tal da desobediência. Ela chegou e deu uma mordida no Morôni que Sem or. Ta demais.
Ele grita muito, bate muito. Tenho usado algumas técnicas q infelizmente não gosto muito, mas que é oq tem surtido efeito.
Mas estamos caminhando bem. Morôni claramente ama Tarsila.
Ele é demais com ela. Ela tem um protetor. Se ela começa a chorar e eu estou fazendo algo, ele me chama até eu parar e ir pegar ela. Se ela dorme muito tempo, ele fica preocupadíssimo. Sempre soube q ele seria um excelente irmão mais velho e realmente ele é.
Então se a resposta pra essa pergunta é não. Morôni não tem ciúmes da Tarsila. Ele tem cuidado, ele tem zelo, ele tem amor. Beijos

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Segundo Filho



"O segundo filho chega chegando, trazendo com ele aquele mesmo caos do início, que já enfrentamos lá na primeira viagem. Mas é um caos diferente, é um caos dominável, flexível, mais bonzinho.
O segundo filho é mais leve, mais doce, mais fácil de ler, de decifrar, tem menos mistérios e ainda assim é um ser encantador e cheio de desafios.
O segundo filho é mais paciente, pode esperar um pouquinho, pode ficar com a fralda sem trocar por mais tempo, pode sair pra passear antes do resguardo acabar e não precisa de uma ligação para o pediatra a cada coriza que aparece.
O segundo filho não desespera nem faz todos entrarem em pânico quando chora, porque está apenas se comunicando, apenas tentando demonstrar o que sente. E se ele tiver que chorar um pouquinho para que você possa fazer um xixi ou terminar aquele gole de café, tudo bem. Na segunda viagem, a gente sabe que chorar um pouquinho não tira pedaço de ninguém.
O segundo filho é mais econômico, tem menos roupas e tranqueiras compradas e um pouco (ou muito!) do enxoval herdado do primeiro, não importando se este usava azul ou rosa. Porque na hora do aperto, não faz diferença a cor da fraldinha de boca ou da mantinha.
O segundo filho é mais tranquilo, mesmo quando chora aos berros de cólica ou regurgita mais da metade do que mamou na sua blusa, bem na hora de sair. Porque tem pais que sabem que isso acontece e vai acontecer por muitas e muitas vezes ainda.
O segundo filho tem seu padrão de sono melhor aceito e compreendido, porque tem pais que sabem que nem tudo que leram nos livros da encantadora de bebês dará certo e também, que as noites insones não irão perdurar para sempre.
O segundo filho é sustentável, herda os brinquedos do irmão ou irmã e com isso economiza-se um bom dinheiro e garante-se uma onda de reciclagem do bem.
O segundo filho é forte, não tem perigo de quebrar nem escorrega fácil no banho.
Dorme com gente falando em volta porque, afinal, é impossível fazer o irmão maior ficar em silêncio.
O segundo filho geralmente é mais calmo, mas ainda assim dá seus pitis e tem pais que ficam putos e exaustos às vezes (ou muitas vezes).
O segundo filho é meio escola porque te dá a oportunidade de corrigir os erros de antes e cometer novos erros, dando assim continuidade ao aprendizado como pai e mãe, como ser humano.
O segundo filho é mais alegre, mais livre para ser ele mesmo porque não tem que ser um bebê perfeito, mas apenas um bebê.
O segundo filho é mais desencanado, porque tem pais que, mesmo cuidando da sua saúde e segurança, são menos neuróticos com a sujeira, as bactérias, os cantos e as quinas. Sabem que cair faz parte do aprenzidado da vida e que uma hora ou outra eles serão lambidos ou beijados pelo irmão mais velho que já frequenta a escolinha, lugar cativo das viroses.
O segundo filho tem suas fases respeitadas e pais que esperam sem pressa ou ansiedade que ele se sente, tenha dentes, engatinhe, ande e fale. Porque sabem que cada bebê tem um ritmo diferente.
O segundo filho é menos filmado e fotografado, é verdade. Mas é mais visto, percebido e tão ou mais comemorado que o primeiro, em cada uma das suas conquistas.
O segundo filho já vem com habilidades circenses porque tem pais malabaristas, que se tornaram peritos em ser multitarefas e usar não somente as mãos, mas também a boca e os pés para carregar ou amparar coisas.
O segundo filho, mesmo com uma atenção que nunca foi só dele, é mais beijado, abraçado e cafungado. Porque tem pais que sabem que num piscar de olhos ele já estará indo para a faculdade e que esse papo de que colo mima e estraga a criança é balela.
O segundo filho é matemático e te ensina de novo todas as equações que você aprendeu lá no primário, principalmente a soma e a divisão. Aprende-se a amar mais, a amar melhor e a dividir esse amor.
O segundo filho traz menos culpa, porque tem pais que sabem que nem tudo sai como o planejado mas que tentam fazer o seu melhor. E acima de tudo, que têm consciência de que não precisam se anular como indivíduos para serem bons pais. O segundo filho é tudo, menos previsível, te surpreende, te faz rever seus conceitos e, a cada instante, te mostra que você ainda tem muito, muito a aprender.
A segunda viagem é linda, enriquecedora e não deixa de ser difícil. Porém, durante as turbulências, você já sabe onde caem as máscaras de oxigênio, já sabe onde se agarrar e para onde correr. O ar pode até faltar por alguns momentos, mas no final, você sabe que ficará tudo bem. Mesmo que seja de um jeito diferente daquele que você imaginou, lá no começo."

Autoria: Michelle Tulio Amorim Blog Vida Materna

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

1 Mês Da Tarsila

Dia 1 Tarsila fez 1 mês. E caramba, quanta coisa aconteceu. Nem parece mais aquela RN linda que trouxe pra casa. Com um mês:

- Tarsila já consegue apoiar o pescoço durante alguns segundos. Na vdd acho q já dura alguns minutos.

- Já dorme quase a noite inteira. Na vdd desde a maternidade ela sempre dormiu bem (graças ao Senhor, pq outro igual o Morôni eu não aguentava)

- Já reconhece as vozes. Quando Morôni fala ela só falta pirar. Mas não é só a dele não. Da minha mãe e meu pai TB.

- Já sorri :)

- Ama o irmão de paixão (e é muito recíproco). Por enquanto é isso. Beijos.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Relato de Parto da Tarsila 😍

Imagem com direitos autorais, proibido
Qualquer forma de reprodução. 

A primeira vez que ouvi falar de um parto humanizado, foi quando uma moça aqui de Campinas teve um parto domiciliar que virou notícia. Ela postou no YouTube o video do parto dela e diversos telejornais usaram como notícia. Não me lembro o ano exatamente (talvez 2010), mas me lembro de ter achado que era muita irresponsabilidade.
Quando engravidei do Morôni, eu não conhecia nada de humanização do parto. Meu pré natal e consequentemente meu parto foram cheios de intervenções, mas eu sempre tive certeza que iria parir meu filho pela minha vagina. Não me preparei psicologicamente pra uma cesariana, mas nossos planos não são os planos do Senhor.
Com 37 e 5 dias, depois de um trabalho de parto cheio de intervenções de mais de 15 horas, meu filho nasceu em uma cesariana de emergência, lindo, perfeito e saudavel.

Nessa gravidez deixei bem claro desde o começo oq eu queria ( e oq eu não queria tbm): um parto natural, sem intervenções, sem soro, sem anestesia, sem epsiotomia. Queria sentir os puxos, queria sentir minha filha saindo pela minha vagina.
Mas nossos planos, muitas vezes não bate com os planos dos médicos.

Fiz acompanhamento desde a semana 15 no alto risco da Maternidade aqui de Campinas. Na sala de espera ouvi diversas vezes que os médicos eram cruéis, que forçavam o parto normal. Cada vez que escutava isso, ficava bem feliz, afinal era exatamente oq eu queria.

Meu parto começou a ser desenhado no dia 23 de agosto. Domingo. Tinha acabado de completar 38 semanas.
Acordei cedo com uma dor forte, que ia e vinha, uma dor bem la dentro. Uma dor que poderia facilmente ser uma dor de estômago.
A dor foi aumentando e eu decidi ir para a maternidade, pra ver se estava acontecendo alguma coisa. Chegando lá, a médica fez um toque e...

1 cm, colo alto e grosso. Vai demorar ainda. Não vai ser hj. Mas se quiser andar um pouco pra ver se acelera, tudo bem.
E la fomos eu, meu marido e meu filho andar. Contrações irregulares. Algumas fortes, outras fracas, algumas sem dor nenhuma.
Minha mãe estava conosco e apesar de amar ela com todo meu coração, a vdd é que ela só me irritou.
Voltamos para a maternidade depois da troca do plantão, dessa vez a médica não sentiu dilatação nenhuma.
Não tinha chegado a hora ainda.
Na terça feira tive consulta de rotina, e fiz aquele exame que mede as mexidas do baby, o batimento cardíaco e as contrações. No meio do exame senti uma cólica, forte até. Depois, perguntei pra medica oq era aquela subida estranha na última linha. - Vc teve uma contração. Ah, então contração é assim? Eu realmente estava com dor de estômago no domingo.
Nessa consulta foi levantado o seguinte: - Vamos marcar mais uma consulta pra vc, vai ser a sua última. Se vc não entrar em trabalho de parto naturalmente, vamos fazer uma carta encaminhando vc para o parto, e como vc já tem uma cesárea anterior, possivelmente vai ser outra. Vamos torcer pra vc entrar em TP naturalmente.

Saí da consulta nervosa, mas feliz. De qualquer forme, aquela era minha última semana com Tarsila no forninho. Mas exigia do meu corpo pra trabalhar.

Sexta, 28 de agosto. Aniversário do meu irmão mais novo. Fomos pra casa dos meus pais. Comemos bolo e tomamos Coca Cola. E no almoço comi uma feijoada e deixei algumas senhorinhas escandalizadas por eu estar grávida de 9 meses, batendo perna e comendo feijoada, rs.
Sábado, dores leves. Mas ritmadas.
Domingo, mais dor. Mas uma dor diferente, muito parecida com uma cólica menstrual, muito parecida com a dor q tive durante o exame. Vinham de 5 em 5 minutos.
Decidi ir para o hospital monitorar, pq podia não ser nada , mas podia ser tudo. Meu prazo estava acabando, meu corpo precisava agir.
Minha mãe me acompanhou mais uma vez e mais uma vez me irritou, rs.  Ela não acreditava que eu podia parir devido as inúmeras intervenções que tive no parto do Morôni. E me fez enumerar cada uma delas pra médica de plantão.
E ela era uma médica linda. Que me fez acreditar ainda mais em mim e em minha capacidade de parir. Mas ainda não era a hora, mas já estava chegando,  3 cm de dilatação, colo baixo e afinando.  Eu estava oficialmente em trabalho de parto.
Segunda, dia 31/08 as mesmas dores. Mas sem mudanças.
Chegou a terça feira, dia 01/09, dia da minha consulta e fim do meu prazo.
Minha consulta era as 13h, mas acordei mto cedo 4:00 h da manhã,  com uma cólica bem forte. As dores todos aqueles dias estavam em 5. Nesse dia tinha subido pra 7.
As 5:30 levantei pra tomar um banho antes de acordar o Morôni pra ir a escola. As dores não diminuiram nada.
Acordei ele, troquei e levei a escola,  mas antes escrevi um bilhete avisando que seria minha mãe quem iria buscar ele, afinal as consultas sempre são super demoradas. Sai de casa com a certeza de q não voltaria sem meu bebê. Na consulta tudo tranquilo. Avisei que estava com dores fortes (na vdd fui a sensação da sala de espera) e a médica fez a carta para minha internação pro dia seguinte e me mandou andar. Ela fez um toque a pedido meu, o segundo feito no pré natal inteiro e me disse q eu já estava com 4cm com colo bem baixo e fino. E disse ainda que eu talvez não precisasse de indução.
Sai de lá feliz, imaginando como estava próximo meu parto.
Meu marido estava com fome, então decidimos comer alguma coisa. Eu não estava com fome, mas sentia mta sede.
Fomos num mercado em frente a maternidade comprar ração pra nossa gata, de lá fomos pra uma lanchonete até gostosa. Justo quando chegamos as atendentes tinham saido pra ir ao banheiro. E o Leandro começou a falar com o chefe dele (que é meu irmão) sobre minha internação no dia seguinte. Eles ficaram conversando cerca de 15 minutos e como eu estava com muita dor, eu me sentei de cócoras no canteiro em volta da árvore.
Desistimos de comer nesse lugar, pq lá como tem mta saída o refrigerante estava quente e fomos em um outro, perto da maternidade tbm. Tomei uma coca geladinha e comi um salgado de frango. Não estava com fome e as dores estavam incomodando muito.
Deixei meu marido lá e fui para o ponto de ônibus, precisava sentar. Leandro chegou e logo passou um ônibus para nosso bairro, mas decidimos não entrar pois estava muito cheio.
Esperamos mais uns 20 minutos (nunca demora assim o ônibus) e eu já não aguentando de dor pedi pra irmos para a maternidade direto, afinal lá poderia ter analgésicos ;)

Continua...


terça-feira, 8 de setembro de 2015

Nasceu :)

E no dia 01/09, no dia que ela quis, as 23:39h, em uma cesárea não tão necessária assim, depois de um TP de dois dias, nasceu minha doce Tarsila.
Cor de rosa, de olhos azuis. Linda, perfeita.
Um bebê tranquilo e apaixonante.
Estamos em casa desde sexta feira dia 04.
O puerperio tá sendo punk, mas prometo voltar pra contar tudo. Ser mãe de menina é completamente diferente. Estamos aprendendo muito juntas.
Morôni esta apaixonado pela irmãzinha.
Agora sim minha família e minha vida estão completas.

sábado, 15 de agosto de 2015

Notícias

Só pra vc's saberem.
Estou bem. Estou viva. E as (qiase ) 37 semanas, ainda não pari.
Talvez nem consiga.
Tenho tantas e tantas novidades.
Morôni começou na escolinha. Fui internada duas vezes pra investigação de pré eclampsia, e nas duas vezes graças ao Senhor não deu nada.
Segunda tenho consulta de novo e provavelmente meu médico vá querer marcar a cesárea. To me preparando, não é algo que quero, mas que talvez se faça necessário.
Tarsila está enorme. Com quase 3kg e eu não vejo a hora de conhece-la.
A amo demais.
Por enquanto é isso, quando der eu volto.




sexta-feira, 5 de junho de 2015

Novidades.

Todos os dias eu penso em vir aqui escrever sobre as novidades.
Aí paro e penso: mas que novidades?
Pra mim o segundo trimestre não tem diferença nos dias e nem nas semanas.
Os desconfortos existem, mas não são nada comparado ao primeiro ou terceiro tri.
Não vou negar que tiveram umas semanas punk (como a semana q descobri o cálculo renal e essa última que meu ciático começou a dar sinal de vida) , mas na maioria as semanas foram fáceis. Fáceis até demais.
Eu já falei q tenho pressão alta gestacional, mas controlo com remédio e fica tudo certo.
Na gravidez do Morôni tive muita dor de cabeça. Desde sempre. Nessa começaram agora, no final da semana 26.
Domingo já entro no terceiro tri, e acho q o bicho vai começar a pegar, ou não, rs. Como disse as dores de cabeça e o ciático tem se mostrado presentes há alguns dias.

Nos mudamos essa semana para uma casa de dois quartos. Desde que me casei é a primeira vez q moro sozinha com meu marido e filho, sem ng por perto.
Está sendo interessante. Bem interessante. Eu q nunca fui uma boa dona de casa, me tornei uma ótima. Afinal, oq mais vamos fazer com tanto tempo livre né?
O Morôni tá adorando ter um quarto só pra ele. Com brinquedos dele e a caminha dele. E por incrível que pareça, ele dorme a noite inteira la, sozinho. Eu é que fico me sentindo abandonada por dormir sozinha.
O Leandro continua trabalhando de madrugada, então realmente tem sido uma experiência diferente. Passamos as noites somente eu, Morôni e Tarsila (no forninho) . Vai ser interessante quando ela nascer. Eu. Sozinha. Com dois.
Não vejo a hora.
Acho q por hoje vou ficando por aqui. Dia 11 tenho consulta e a médica já vai pedir os exames do 3 tri.
Prometo voltar pra contar.
Beijos e até mais.

sábado, 23 de maio de 2015

Chá De Bebê

Sim, eu vou fazer.

E não é por ganhar nada, mas pra comemorar. Esse bebê foi tão desejado. Desde sempre tão amado.
Então pq não mostrar ao mundo na vdd aos nossos amigos o quanto estamos felizes?
Vou passar pra vcs o checks list e ir comentando os tópicos.

Data: 11 de Julho.
Eu estava querendo fazer em agosto, más achei melhor antes. Na data vou estar de 32 semanas. Ainda não vou estar mto cansada e nem mto pesada. Então é o ideal. Horário: 16 h.

Tema: Festa Julina.
Quem escolheu foi minha irmã. Na vdd ela sonhou com esse tema. E eu adorei.
Então vai ficar bem longe dos tons de "menina" . Veremos mto amarelo, laranja e vermelho. E estou adorando.

Cardápio: Canjica, cuscuz paulista, bolo de cenoura com cobertura de chocolate, pipoca, chá mate e leite com chocolate e chantilly. Doces e balas variados.
Tudo feito pelas minhas mãos habilidosas.

Lista de convidadas: minha lista é grande. Bem grande. Mas não exatamente por minha culpa.
Na igreja q frequento, costumamos chamar todas as mulheres q frequentam. Como eu moro aqui a pouco tempo, não conheço a metade, mas ainda assim serão todas convidadas. E são em média 40 mulheres. Isso mesmo, Quarenta.
Mais a minha lista com amigas e familiares, da em media 70 convites ui.

Local: Salão cultural da Igreja.
Espaçoso, bonito e o melhor: grátis. só precisa convidar as 40 mulheres citadas.

Brincadeiras: não definido.

Lembrancinhas: não definido.

Convite:



Conforme for definindo, atualizo o check list.

Beijos e bom fim de semana.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

O sexo do bebê

Google Imagens
Nunca escondi de ninguém que queria um menino. Sempre me imaginei tendo dois lindos meninos. Eles sendo melhores amigos e companheiros. Correndo e fazendo todas as coisas juntos.
Realmente sempre foi um sonho lindo. 
E como Deus é perfeito. E tudo que vem Dele é perfeito. Ele vem de mansinho e faz as coisas como devem ser. Me fez amar sem conhecer, sem saber. 
Me preparei durante todos esses meses pro caso de não vir o menino dos meus sonhos, mas ainda assim aquela pontinha de esperança estava presente, se fazendo presente. 
E vi todas as possibilidades, tudo que poderia aprender com cada filho, todas as formas de amar.
Não vou dizer que me mudou completamente, mas me fez repensar em tudo.
Mas ainda assim menina nunca esteve em meus planos. Sempre imaginei que poderia ter uma menina, em um futuro bem distante, talvez em 7 ou 8 anos.
E nesse meio tempo, Deus me provou mais uma vez que me conhece melhor que a mim mesma. Que sempre soube o que eu queria. E que Ele faz tudo no tempo Dele e de acordo com os desejos Dele.
Me fez enxergar a perfeição do amor. Que ser mãe não é escolher, é se entregar, se doar. Se dar.
Me fez lutar por esse bebê com todas as forças de meu corpo e meu coração. Me mostrou que um sangramento é capaz de parar meu coração. Que uma contração é capaz de me paralizar. E que um calculo renal me fez querer mudar todos os meus planos de um parto natural.
Deus é sábio e maravilhoso. E me deu o que eu precisava, na hora que eu precisava.

Seja bem vinda minha Tarsila. Minha princesa. 
Hoje eu estou pronta pra você <3


Uma pequena princesa está em seu caminho


terça-feira, 28 de abril de 2015

21 Semanas e o Coração do Bebê.

Domingo completamos 21 semanas e estou reparando como o tempo passa rápido. Parece q foi ontem que descobri minha gravidez e já estamos na metade (considerando uma gestação de 42 semanas) . Tive uma consulta no dia 23. E foi bom.
Não sei se já comentei, mas estou fazendo acompanhamento no Alto- Risco, por minha pressão ter dado alterada em uma consulta e eu já ter tido pré eclampsia na outra gestação.
Desde que tive minha primeira consulta no AR, as seguintes estão sendo de 14/14 dias. Acho muito bom esse cuidado q eles tem. E sem contar q o hospital é excelente . Não é o mesmo q o Morôni nasceu, e acredito que seja ainda melhor.

Nessa consulta ouvimos pela primeira vez o coração do Bebê \0/

Sim, com mais de 20 semanas. Na gravidez do Morôni conseguimos ouvir com 10 semanas, então vcs podem imaginar como eu já estava ansiosa com isso.
No dia da consulta eu estava com mt cólica de rim. Uma cólica que vinha pra frente, na direção da costela. Uma dor constante. Conversei com a médica e ela falou pra tomar buscopan e que se piorasse para ir ao pronto socorro. Lá pelas 23h a dor se tornou insuportável. E fui para o hospital que o Morôni nasceu- e vou confessar, fiquei mto decepcionada. Explico o pq. Meu hospital de referência é a mais ou menos 30 minutos de onde estou. E a Pucc fica a menos de 10. Quando a médica do plantão me atendeu foi mto simpática, me tratou muito bem. Mas ela é residente, e precisa passar o caso pra "chefe". E a primeira coisa q a chefe me falou é q qdo for assim, q preciso ir para o hospital de referência, pq é la que estão todos os meus dados e blá blá blá. Na hora que a residente passou oq queria fazer, a chefe mandou só me dar um buscopan na veia e me liberar, e que se não melhorasse, que era pra me mandar lá pro outro hospital. Bem nessa gentileza. Me senti mal, burra. Até traída, afinal sempre defendi esse hospital. Tomei o remédio e fui pra casa, ainda com mta dor. Chegando em casa, dormi como se tivesse sido dopada. No outro dia acordei com bastante dor ainda, mas menos. No domingo que a dor foi embora de verdade.
Foi uma experiência pra não se repetir. Tomara que não aconteça de novo, mas se acontecer, não vou chegar nem perto desse hospital apesar de ser muito mais perto.
No mais, estamos ótimos. Bebê mexendo cada vez mais, marido até já sentiu. Morôni cada dia mais apaixonado pelo "nenê". Na US que fiz dia 16 Mori foi junto e se encantou novamente. Como dessa vez era uma clínica particular, não tive problema com médico grosso kkkk. Meu bebê na US tinha 303 gramas. Pernas cruzadas, coração a 160 bpm mais uma dica do palpite, lindo, perfeito. Dia 6/5 vamos fazer a Morfológica de 2° tri, vamos estar de 22 semanas e torcendo pra ver o sexo.

Sobre o Morôni: dizem que depois que o bebê nasce, o mais velho regride. Por aqui já está regredindo. Ele nunca teve contato com bebezinho, mas desde que voltamos pra Campinas, passamos a ter contato com minha sobrinha de quase 3 meses. E com isso, ele tem se comportado como bebezinho. Tem demonstrado interesse sobre "mamar no peito" , finge que é pequenininho, entre outras coisas. Graças ao Pai que não regrediu no desfalque. Mas tenho andado preocupada, pq o bebê ainda não nasceu e a coisa ja tá assim, rs.

Acho que tá bom né? Eu tenho tantas coisas pra falar, mas não tenho usado o computador, e estou sem celular --' Então vamos continuar com poucas postagens.
Já ia esquecendo: Parabéns Lyanna e Nathy. Que a gestação de vcs sejam muito abençoadas.

Beijos.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

19 semanas e a saga dos nomes

Estamos com 19 semanas (quase 20) e vim contar a dificuldade que foi escolher do nome do meu filho (a).

A questão nome esteve presente bem antes de engravidar. Acho nome uma coisa fundamental e eu sempre tive regras basicas pra isso: não poderia ser um nome da moda. não queria um nome que tivesse feminino/masculino, não poderia ser nome composto e de menino seria necessariamente das escrituras.
Com isso em mente comecei a pensar.
Nomes masculinos fiquei em duvida em 3: Pedro, Felipe e Daniel (apesar deste ter a variante feminina). Pedro era meu preferido desde sempre (Morôni poderia facilmente ter sido Pedro), mas Leandro não quis --'
Felipe esteve em primeiro lugar por muito tempo, mas não sentia que meu filho se chamaria Felipe, nunca senti. Então estudando as escrituras, li uma passagem sobre Daniel. Como ele foi valente e não hesitou em cumprir os mandamentos do Senhor, colocando em risco sua própria vida. Como pela fé, o Senhor o livrou. Eu já estava convencida, mas precisava convencer o Leandro.  E foi realmente dificil, haha. Ele dizia todos os dias pra eu procurar um nome não-biblico, mas sempre senti que meus filhos homens precisavam ter grandes homens para se espelhar e seguir o caminho do Senhor. Depois de muitos meses de angustia, finalmente ele aceitou.
Nosso filho seria Daniel, de origem hebraica, que significa Deus é meu juiz

Ai eu engravidei. E entrou dentro de mim o desespero por não ter nome de menina. sentia uma urgencia e uma necessidade de escolher, afinal poderia ser uma menina e não queria que minha filha não tivesse nome.Pensei em vários, inumeras pessoas deram palpite, falando seus preferidos e ainda assim não sentia por nenhum amor.
Gosto de vários e opinei por vários: Helena, Clara, Valentine, Liz, Anna Laura (dai vc vê caro leitor, que nome de grávida é contradição: todos os nomes citados estão na lista dos 100 nomes mais colocados). Minha mãe tava convencida que seria Christine (por causa da filha da Bones). Pensei em Esther (mas ai duas primas minhas colocaram em suas filhas), em Déborah. Pensei em tantos e a cada nome diferente, era um veto e uma piada do meu marido. Dai resolvi delegar a responsabilidade pra ele. Afinal eu escolhi Morôni e eu escolhi Daniel, nada mais justo que ele escolhesse o nome de menina que ele quisesse (depois de tantos vetos a gente desiste da briga) e ele não quis essa responsabilidade.
Até que essa semana eu entrei em desespero. Tinhamos uma US marcada para o dia 16 (onteem <3) e eu não iria para essa US sem ter os nomes escolhidos. Afinal poderia ser a oportunidade de ver qual ser me habita, rs.

No sábado, de madrugada, depois de muito insistir, finalmente ele deu o nome que ele queria (apesar de eu saber desde sempre que seria esse, pois sempre foi um nome que ele quis por) e eu pude finalmente dormir aliviada. Até falar para algumas pessoas. E as criticas virem, e dizerem que iriam torcer pelo Daniel.
Vcs sabem como é cabeça de gravida. ng pode discordar de nada. NADA (por favor pessoas do mundo, aprendam isso) e minha duvida voltou. E voltei a atormentar meu marido. Até que como todo bom marido ele me deu uma chapuletada, dizendo que a filha seria nossa e que é nosso direito escolher o nome dela. E falei para uma outra amiga minha e ela me deu o animo que eu precisava.


E o nome é Tarsila, de origem grega que significa cheia de confiança e coragem.

E sabe aquela US? Pois bem. Meu bebe estava com as pernas cruzadas --' --'
Mas ganhei um palpite. Alguém se arrisca a tentar adivinhar?